
Uma palavra tão pequena chamada amor, arde-me na boca, repulsa-me no coração, enoja-me cada vez mais, tanta gente a acreditar numa coisa abstracta que não existe para todos é algo que não se destina a toda a gente.
Não é justo para ninguém, o amor mata, destrói, corrói almas, é a imagem mais bela que há da dor e tem como aliado o ódio andam sempre de lado a lado.
Ambos são o inicio da destruição são como um oásis, há partida tudo é lindo, magnifico, mas na verdade uma ilusão causador de muito mal e incompreensão.
Une pessoas como a seguir as separa, D. Pedro e D. Inês de Castro são um exemplo clássico disso, como se pode desejar tanto uma coisa que só faz mal?
A alma é tão corroída por esta palavra, este sentimento, não entendo, nunca entendi nunca te conheci, alias sempre me estragas-te a vida com mentiras, iludiste-me, magoaste-me das piores formas, levas-me ao desespero e desejo fatal.
O meu maior desejo é matar-te e nunca mais voltar a sentir-te.
Não te quero. Desaparece de uma vez por todas.
Odeio aquilo que fazes, não prestas.
Mas desafio-te a tentares conquistar-me, tenta nunca conseguis-te e não consegues, por isso é que me fodes a vida cabrao.
Morre para sempre.
